Petros fecha terceiro trimestre com rentabilidade bem superior à meta e ultrapassa marca de R$ 100 bi em patrimônio

Publicada em 26/11/2019 12:10
A Petros alcançou R$ 101,4 bilhões de patrimônio, considerando o resultado consolidado até o terceiro trimestre de 2019 – um crescimento de mais de R$ 11 bilhões em relação ao fechamento contábil de 2018, quando os ativos totais somaram R$ 90 bilhões. O avanço se deve, sobretudo, ao resultado da rentabilidade de janeiro a setembro, que foi bem superior à meta atuarial do período, com destaque para os três maiores planos administrados pela Fundação. Os planos Petros do Sistema Petrobras – Repactuados (PPSP-R) e Não Repactuados (PPSP-NR), ambos da modalidade benefício definido, acumularam alta de, respectivamente,18,96% e 18,62%, quase o triplo da meta atuarial de 6,52%. Já o Plano Petros-2 (PP-2), de contribuição variável, avançou 10,50%, acima do objetivo de 6,58%.

Em função da boa performance, a Fundação registrou resultado líquido de R$ 11,5 bilhões nos investimentos, a maior parte concentrada nos três maiores planos, sendo R$ 6,9 bilhões no PPSP-R, R$ 1,8 bilhão, no PPSP-NR, e R$ 2,3 bilhões, no PP-2. O resultado acumulado até setembro já supera em mais de R$ 5 bilhões o retorno obtido em todo o exercício de 2018, quando a Petros fechou com resultado líquido de R$ 6 bilhões nos investimentos.

“A rentabilidade apresentada pela Petros é uma das melhores do setor e reflete o novo momento da Fundação, com a profissionalização das equipes e maior robustez dos processos decisórios, medidas de extrema importância para a governança da entidade. Hoje, a Petros possui um time qualificado, com ampla expertise e conhecimento de mercado, atuando nos moldes das maiores gestoras do país. Vamos seguir trabalhando para reforçar ainda mais a estrutura de governança dos investimentos e blindar a Fundação, resgatando a credibilidade e a confiança da entidade”, destacou o presidente Bruno Dias.

Gestão ativa da renda fixa impulsiona resultado

Um dos destaques do período foi a gestão ativa da carteira de renda fixa, que tem grande representatividade nas carteiras, especialmente os títulos atrelados à inflação. A partir de um trabalho de alongamento dos prazos das NTNBs, para aproveitamento das oportunidades, a rentabilidade acumulada ficou bem acima do CDI, referência para o segmento. Esses papéis se beneficiaram pela melhora do cenário econômico, que provocou a redução da taxa de juros do título. Quando isso ocorre, o preço do papel se valoriza, favorecendo o desempenho da carteira de renda fixa como um todo. Com isso, os investimentos aplicados em renda fixa avançaram 21,51%, no PPSP-R, e 21,03%, no PPSP-NR. O rendimento registrado superou em mais de quatro vezes o CDI, que alcançou 4,66% de janeiro a setembro.

Já no PP-2, a rentabilidade acumulada até o terceiro trimestre de 2019 na renda fixa atingiu 8,39%, bem maior que o referencial do mercado. O desempenho se difere do resultado nos PPSPs em função do perfil da carteira de títulos públicos no PP-2, que é composta, em grande parte, por papéis marcados na curva. Essa característica faz com que os ganhos (ou perdas) fiquem represados até o vencimento dos papéis.

Renda variável supera Ibovespa e puxa alta

A renda variável também impulsionou o rendimento dos planos no acumulado até o terceiro trimestre. No PPSP-R, registrou ganhos de 21,48% e no PPSP-NR, de 21,17%, acima da alta do Ibovespa no período, que foi de 19,18%. A forte valorização das ações de BRF (74,5%) e Totvs (140,6%) puxou o resultado. Já no PP-2, a rentabilidade foi de 21,49%, refletindo, principalmente, a alta de BRF e das ações de IRB (38,7%).

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