Petros aciona Dirigentes e Conselheiros eleitos

Lembram-se daqueles “conselheiros eleitos” que diziam, repetiam e insistiam que “tudo estava bem na Petros”, que publicavam artigos e defendiam os investimentos criminosos
que foram feitos com nossos recursos, na CPI dos Fundos de Pensão ?

Está aí o resultado : além de alguns deles terem sido indiciados pelos Órgãos de Controle, a própria Direção da Petros entrou com Ação Indenizatória, contra os mesmos, pedindo ressarcimento de 583 milhões !…..

E eles, mesmo depois disso tudo, insistem em continuar fazendo parte dos Conselhos da Petros !…… É muita cara-de-pau !

Dê seu recado direto a essa turma : em setembro, vote nas chapas indicadas pela AMBEP, pelo Discrepantes e por todos que, há anos, têm denunciado a omissão e o silêncio
desses “eternos Conselheiros” :

Para o Conselho Deliberativo : Chapa no. 53 :

José Roberto Kaschel Vieira (Titular)

Herval Filho (Suplente)

Devem votar nesta Chapa os participantes residentes em :

BA / SE / PE / PB / ES / MG / SP

Para o Conselho Deliberativo : Chapa no. 56 :

Antero Miranda de Abreu (Titular)
Raul Corrêa Rechden (Suplente)

Devem votar nesta Chapa os participantes residentes em :

RS / PR / RJ / CE / PA / RN / SC / DF

Para o Conselho Fiscal : Chapa no. 41

Linaldo Coy de Barros (titular)

Tereza Soares (suplente)

Devem votar nesta Chapa os participantes residentes em

TODOS os Estados brasileiros

E parabéns à AMBEP pela Edição e envio, à tempo e à hora, da Revista AMBEP Ano 8, no. 44, praticamente dedicada às Eleições e aos candidatos que devemos eleger!

E do mesmo modo, parabéns à AMBEP pela programação de visitas dos nossos candidatos, às diversas Representações, para palestra, contato e interação com os

Participantes !

Consulte sua Representação da AMBEP e veja em qual dia e horário ocorrerá esse Encontro, em sua cidade.

Márcio Dayrell Batitucci

Petros entra com ação indenizatória contra ex-Dirigentes e ex-Conselheiros

A Petros entrou com ação indenizatória contra seus ex-diretores e ex-conselheiros por meio da ação de nº 0067929-18.2018.8.19.0001, da 32ª. Vara Cível do Rio de Janeiro, em busca de reparação civil pela operação que resultou na aquisição, por leilão público, de um lote de 192.572.583 ações ordinárias de emissão da Itaúsa – Investimento Itaú S.A. (“Itaúsa”), detidas à época pela Camargo Corrêa S.A. (“Camargo Corrêa” e “Operação”, respectivamente).

A referida Operação foi analisada pela Comissão de Sindicância interna instaurada pela PETROS, por meio da Ordem de Serviço – PRES 007/2017 (“Comissão de Sindicância”), a qual constatou irregularidades previstas no relatório conclusivo e respectivo complemento emitidos em 31/3/2017 e 30/5/2017, respectivamente (“Relatório Conclusivo”).

Nesta ação, é ressaltada que os réus, em diversos momentos, faltaram com o seu dever de diligência como administradores dos planos de benefícios da PETROS, bem como descumpriram diversas normas, inclusive internas, da aprovação da Operação que gerou prejuízo milionário aos planos de benefícios geridos pela PETROS.

A Operação também foi objeto de investigação por parte da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (“PREVIC”) e da CPI dos Fundos de Pensão, que concluíram pela existência de diversas irregularidades, bem como está sob o escrutínio da operação “Greenfield” realizada pelo Ministério Público Federal para apurar eventuais ilícitos penais ocorridos no âmbito da Operação.

A causa patrocinada pela Petros está sob os cuidados do escritório Machado Meyer Advogados, com sede no Rio de Janeiro, e tem o objetivo de cobrar dos réus o valor de R$583.494.926,00 (quinhentos e oitenta e três milhões, quatrocentos e noventa e quatro mil, novecentos e vinte e seis reais), valores definidos em março de 2018, que deverão ser atualizados quando forem executados.

Estão citados como réus Luis Carlos Fernandes Afonso, Wagner Pinheiro de Oliveira, Maurício França Rubem, Newton Carneiro da Cunha, Wilton Santarosa, Jorge José Nahas Neto, Paulo Teixeira Brandão, Regina Lucia Rocha Valle, Ronaldo Tedesco Vilardo e Armando Ramos Tripodi.

Andamento da Ação

O processo foi distribuído em 23 de março de 2018. Após 17 meses, ainda não foram apresentadas as contestações pelos réus, já que vários deles não foram localizados após a expedição dos mandados de citação pelo cartório. Em função disso, a Petros precisa impulsionar o processo para evitar que seja extinto sem julgamento do mérito.

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