As façanhas de Antônio Sérgio Oliveira Santana demitido por justa causa

Márcio Dayrell Batitucci

 

Agora, com a notícia da dispensa por JUSTA CAUSA  do sr. Antônio Sérgio Oliveira Santana e outros tantos, por uma série de irregularidades, principalmente na contratação de empresas prestadoras de mão de obra terceirizada  – Hope e Personal Service –  vejam  abaixo  a   propriedade e a oportunidade de  nossas denúncias sobre esses temas,  já postadas em março deste ano….

 

Como se lembram, esse senhor  exerceu inicialmente a função de Gerente Executivo de R.H. e, depois,   foi nomeado Diretor interino em fevereiro de 2015, quando o então titular do cargo, o ex-presidente da Petrobras e do PT, José Eduardo Dutra, afastou-se por motivos de saúde. Ele foi oficializado como Diretor em outubro do ano passado, depois da morte de Dutra.  Apeado do posto de Diretor, em abril deste ano, Santana ocupava a gerência de Responsabilidade Social,   assumindo a vaga deixada, na época, pelo ex-sindicalista Armando Trípodi, desligado da Petrobras depois da Operação Lava Jato.

Entre tantas façanhas, esse senhor  foi coordenador daquele Grupo de Trabalho designado pela presidente Graça Foster, para tratar da questão do “Acordo de Níveis”. Produziu uma verdadeira peça de escárnio contra as intenções da sra. Graça Foster e contra todos os aposentados!….  Mas, no final como Gerente Executivo de R.H., foi ele o responsável por ter sacramentado esse “Acordo de Níveis” com seus parceiros da FUP, jogando nas costas da Petros,  gratuitamente,  um ônus de mais de 2 bilhões, do qual ela não participou e sobre o qual ela não tinha qualquer responsabilidade….

Esse senhor, era também o presidente do Conselho Deliberativo da Petros, responsável pela aprovação de várias aplicações temerárias de nossos recursos, patrocinador de crimes como a “Separação de Massas” e outros absurdos do gênero!

Márcio Dayrell Batitucci


Enviado: terça-feira, 29 de março de 2016 12:14
Edição no.  50 / 2016 : A farra PTista na Petrobras começa a ser desmontada

 

         Como todo o País já sabe,  a Petrobras virou o balaio de gato da farra PTista, desde 2.003.  Começando na Gestão do sindicalista José Eduardo Dutra e continuando na Gestão do também sindicalista José Gabrielli, a Petrobras foi tomada de assalto por sindicalistas, cumpañerus e indicações políticas, não tendo nem lugar para assentar tanta gente. Alugaram prédios, construíram verdadeiros palácios como as Sedes da Pituba ( Salvador ) e a Sede de Vitória, onde rolou muita propina e muito superfaturamento.. As CPI`s que o digam!….

As “recrutadores”  “Hope”  e  “Personal”  viraram  o condão mágico do PT e dos sindicalistas  para  operarem  concretamente a farra dos apadrinhados!… A Lava-jato sustenta que José Dirceu e altos gestores da Empresa, cobravam boas propinas dessas  “fabricantes”  de terceirizados!… 

Segundo dados disponíveis, mesmo levando-se em conta a expansão dos investimentos da Empresa, na era Lulla, é impressionante constatar a elevação do quantitativo, após 2.003 !   Antes dessa data, o número de empregados próprios era de 40.395  e de terceirizados era de 121.225, perfazendo um total de 161.620 servidores.   Na era Lulla,  o número de empregados próprios saltou para 86.108  e  de empregados terceirizados  para  360.180,  com um total de 446.288 !   Um aumento de  276 % !

Só para se ter um exemplo concreto da farra PTista  e dos  “contratos”  que envolveram tanta gente e tanta propina :  no auge da construção da Refinaria do Paraná ( REPAR ), trabalhavam lá 10.000 terceirizados!  Na construção da Refinaria de Pernambuco ( RNEST ), muito menor e muito menos complexa,  enfiaram na obra 40.000  terceirizados que deveriam ficar batendo cabeça, um no outro! 

A volta da credibilidade da Petrobras, entre outras coisas, depende da depuração e da demissão desses sindicalistas e desses apadrinhados, que ainda permanecem na Empresa.  Vamos torcer para que a atual administração  faça efetivamente esse trabalho e consiga transformar novamente  a Petrobras, na Empresa excelente que ela foi no passado!

Márcio Dayrell Batitucci

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