Ronaldo Tedesco x (ou +) Arthur Ferrari = FARINHA DO MESMO SACO

Lançadas as candidaturas aos conselhos da Petros, tomamos conhecimento do desafio jocoso que um eterno candidato faz a um novo. Novo, mas que lhe pretende seguir os passos.

Dada a enorme quantidade de asneiras escritas por esse desafiante incompetente eu sequer ia lhe responder. Pesou no entanto, voltar atrás na decisão, as várias mentiras que foram por ele escritas a respeito da questão Itaúsa, da qual ele foi e continua sendo um dos seus grandes responsáveis, já que, além de aprovar a operação quando era conselheiro no CD, não fez ABSOLUTAMENTE nada para, ao menos, tentar provar que aquilo que o Domingos de Saboya havia publicado em 31/7/2011, eram inverdades.

Esse conselheiro, eleito pelo CDPP, passou 2 anos como presidente do CF e jamais pautou a questão Itaúsa de forma a encerrar o assunto provando que ao assinar pela sua aprovação quando no CD fora sim correta e que a Petros fizera um grande investimento. Ao contrário, tentou de todas as formas lavar as mãos da sua responsabilidade pela aprovação da compra de milhões de ações da Itaúsa ON que, segundo ele, estão guardadas devidamente nos cofres da Petros.

É uma longa resposta, aos que tiverem paciência e interesse em saber o que ocorreu.

Sérgio Salgado


 

Carta Aberta aos petroleiros sobre o meu desafio a Arthur Ferrari e seus companheiros da FUP

Como já é do conhecimento de todos, fiz um desafio público ao companheiro Arthur Ferrari e seus companheiros da FUP de um Debate sobre a Petros.

Clique na imagem para ampliar

……

As perguntas permanecem sem resposta. E, posso assegurar, nunca serão respondidas.

Forte abraço,

Ronaldo Tedesco

Estamos em processo de eleição aos Conselhos, Fiscal e Deliberativo, da Petros. Nada mais igual ao que aconteceu em eleições passadas. Os eternos salvadores de uma pátria que acumula um déficit de R$ 27 bilhões tomam posição, mais uma vez, na busca da eterna fonte do poder e, com ela, se perpetuar.

A briga, deja vu?, é entre facções político partidárias sindicais nada a ver com categoria petroleira – simples assim!

FNP, FUP, CONLUTAS, CUT PT, PSTU – uma grande sopa de letrinhas que não leva a nada, todas responsáveis de uma forma ou de outra ao atual estágio em que se encontra a Fundação Petros. A categoria que se lixe, os aposentados que se estrepem, as pensionistas que chupem os dedos, até os virem secos. Tudo lhes é permitido, até fingir que nos defendem.

Mera provocação ou mais um recurso de todos os candidatos sem expressão alguma que preferem se pautar por debates inconsequentes esquecendo o que está de fato em jogo: o futuro de milhares de velhinhos e velhinhas que querem solução para seu Fundo de Pensão.

A título de esclarecimento, Tedesco companheiro do Arthur que é companheiro da FUP, companheiro da FUP também é. Ou será que não é? Ou será que o Tedesco está esquecendo das diversas composições tentadas entre FUP e FNP ou até mesmo que o SindipetroRJ mantinha ligação intrínseca com a CUT (que tem a FUP entre seus seguidores)?

Há um tempo atrás, quando nosso grupo bateu de frente com a gestão Henrique Jäger (e isso não quer dizer que as outras foram deixadas de lado, ao contrário, todas sofreram forte enfrentamento desse grupo coeso de participantes), esse, tão agora, corajoso conselheiro, junto com os demais eleitos, afirmava que o problema da Petros não era de gestão e o defendia como presidente da nossa Fundação.

Interesses eleitoreiros trazem neste “desafio canhestro” a informação, ou melhor confirmam, nas entrelinhas, que ele era sim um péssimo gestor, porém e somente porque foi indicado pela CUT/FUP e, claro, mudou o foco das discussões.

Nada que o Abaixo Assinado para retirá-los, ele, Henrique Jäger, e os demais diretores, da gestão da Petros (– e não é que deu certo!!!) já não tivesse deixado bem explícito. A ficha não lhes caiu em nenhum momento.

A luta pela transparência foi abandonada por cargos” – Soberba afirmação, não há como dela se discordar. Cargos, poder, é só isso que os move, que os tira da inércia.

A troco de que se fez então o tal curso para instruir novos conselheiros? Resposta: para, absolutamente, nada. Quem está em cargo não quer abrir mão dele, daí o eterno troca-troca entre os Conselhos Fiscal e Deliberativo que os sempiternos conselheiros combinam e praticam entre si.

Iludiram quase todos os inocentes que sonhavam que, ao fazer o curso, as portas da alternância se abririam. Não construíram qualquer liderança para renovar os quadros decisórios. A alternância é necessária para oxigenar posturas e agregar novas ideias, não lhes serve a condição de somente assessorar o outro, são individualistas por natureza, sempre!

A exceção – surpresa!!! -, é que um dos candidatos, exatamente um dos representantes da FUP, como suplente em uma das chapas ao CD, coloca em seu currículo ter participado desse curso. Pergunta que não pode ser calada: para que, se o pacote montado não tem qualquer diferença? FUP x FNP x CUT x CONLUTAS x PT x PSTU ???

O Plano Petros 2 é o plano dos funcionários da Petros

Então o que fazer da frase chavão contida nos portfólios das propagandas aos Conselhos da Petros, dos indicados pelo CDPP?

Plano Petros BD para todos é o me engana que eu gosto.

Esse foi, ou era, o lema de todas as campanhas dos conselheiros eleitos que batiam contra a FUP, incluindo a chapa desse conselheiro nas Eleições de 2009 e 2013.

A questão não é de manchar a honra ou mesmo desacreditar o emissor. Usando sua excelente definição: isso sim é que é retórica meu caro e demonstra a sua insuficiência em postura ética.

Quando esse fato (sua adesão ao PP2) foi trazido à tona pela FUP (que publicou boletim com a afirmação de que um conselheiro eleito, não ligado a ela, havia assinado o PP2), ficamos todos atônitos (entre nós conselheiros eleitos), achando que era falsa a acusação (eles são especialistas nisso).

Sua pronta aquiescência trouxe como desculpa que você havia entrado no PP2 como forma de se irmanar/igualar aos milhares de novos petroleiros que estavam fora do BD, num plano taxado por todos como muito pior que a proposta embutida na anterior migração, aquela dos tempos do FHC.

Nada mais hipócrita: como lutar a favor do Plano BD, para todos os empregados, se um conselheiro eleito avaliza o Plano PP2?

Agora surge a verdade:

E participo do PP-2 como vinculado à Petros na função de conselheiro eleito pelos participantes e assistidos. Simples assim. Sem nenhum problema ético ou moral, mas somente a maledicência de quem deseja manchar a honra para desacreditar o emissor.

Nada mal para um socialismo moreno, aquele que divide o farnel dos outros, mas preserva o seu. Avareza, um dos sete pecados capitais, na verdade falta-lhe ideologia.

Sua gritante falta de ideologia é que nunca lhe permitiu que se tornasse a liderança necessária para expulsar a FUP da sua base sindical. Sempre que disputou algum cargo de direção em seu sindicato, perdeu e perdeu feio por total falta de identificação com sua base.

Ações de Itaúsa estão no cofre da Petros” – Pois é, assim como ficaram outras milhares de ações que se derreteram, Invepar, Sete Brasil, Norte Energia, Lupatech, Br Pharma, Dasa, Oi etc., sem contar FIP´s, FIDC´s e outros investimentos que continuam nos cofres da Petros, com provisão a fundo perdido de mais de outro R$ 1 bilhão.

Mas que afirmação mais escrota essa sua de que esteve na reunião que aprovou a compra desse absurdo. Pressupõe que só houve essa reunião ocorrida no dia 30/12/2010.

Essa frase lapidar, de alguém que desconhece sobre o que está falando ou escrevendo, demonstra uma ignorância atroz. Itaúsa, só ela, é responsável por mais de R$ 3 bilhões do déficit de 2015 e ainda que um dia o seu valor nominal dobre, o prejuízo causado pelo absurdo ágio inicial, jamais poderá ser recuperado. Estamos falando aqui de um prejuízo irrecuperável de mais de R$ 1 bilhão, valor esse atualizado.

Você está esquecendo o que está afirmado no Boletim Eletrônico da Petros nº 60 que se propôs responder a denúncia da Revista Veja de 11/6/2011? Então veja a colagem adiante, último parágrafo da sua página 2:

 

Quer dizer que durante 12 longos meses, você não enxergou absolutamente nada da operação e sequer sentou com os demais conselheiros para, juntos, definirem se a operação valia a pena ou não?

 

E ainda sai cândida, lúdica e inocentemente dizendo que eu deveria ter denunciado isso em menos de 1 mês, como titular no Conselho Fiscal, quando substituí o Siqueira que saiu de férias, após deixar o Parecer do CF de 2010 todo construído? Você é mesmo um grande humorista, mais precisamente de humor negro.

Quando o Parecer chegou às minhas mãos, eu só consegui construir pequena alteração, aceita pelo Sílvio Sinedino que assumiu a presidência do CF no lugar do Siqueira, e assinar pela sua rejeição.

A operação Jaú (que envolveu a questão Itaúsa), efetivada em 30/12/2010, último dia útil daquele ano, jamais foi trazida para, ou discutida, dentro do Conselho Fiscal durante todo o ano de 2010.

Da mesma forma, o assunto não foi tratado quando se discutiu, em Janeiro e Fevereiro de 2011, o Parecer do CF de 2010. E sabe por que nada foi tratado? Porque não houve qualquer questionamento dos conselheiros do Conselho Deliberativo eleitos.

Claro, você (e os outros eleitos), se juntou aos conselheiros indicados, a quem sempre criticava por lhes atropelarem em outras discussões e votações para que o negócio fosse aprovado por UNANIMIDADE.

A colagem acima é uma resposta a uma pergunta hipotética – Houve Prejuízo? -, a 3ª da página 2 do Boletim Eletrônico 61 (aquele que ameaçou, mas não cumpriu, processar judicialmente o Domingos de Saboya). Note o tamanho da mentira deslavada quando afirma que a operação seguiu todas as regras dos comitês internos da Petros, menos o COMIN, aquele que foi banido das discussões.

O Parecer do CF foi assinado, também por mim, em Março de 2011.

Como os Conselheiros Deliberativos Eleitos entraram calados e saíram mudos desse processo, explica melhor como é que o Conselho Fiscal teria condições de levantar os problemas causados nessa operação se não havia qualquer luz amarela de alerta e, tecnicamente, a operação teria sido realizada corretamente?

Ao menos aos seus olhos ou aos olhos dos conselheiros deliberativos eleitos por nós que acompanharam a discussão durante 12 longos meses, não ocorreu que era muito melado passado num pão tão pequeno? A ficha não caiu quando foi dada a informação que o COMIN, onde tínhamos um conselheiro indicado por nós, fora omitido das discussões?

Somente após a análise produzida pelo Domingos de Saboya, assim que as denúncias explodiram na mídia e se tornaram públicas, o Siqueira arrumou a desculpa de que o assunto havia sido discutido dentro do Conselho Fiscal.

Afirmação sem nexo e totalmente irreal para salvaguardar a falha de vocês do deliberativo. É só se olhar as Atas das reuniões do CF para se concluir que o assunto em nenhum momento foi pautado para discussão. Em primeiro porque correu em sigilo no CD. Em segundo porque os Conselheiros Eleitos do CD nada comunicaram aos eleitos do CF.

Itaúsa só começou a fazer parte das discussões no Fiscal a partir das constantes denúncias que foram acrescentadas à análise que o Saboya havia tornado pública em 31/7/2011, e jamais por iniciativa dos conselheiros que aprovaram a operação por UNANIMIDADE e isso a partir de 2012.

É mentirosa e totalmente leviana a sua afirmação de que eu só denunciei a mutretagem depois que saí do Conselho Fiscal. É exatamente ao contrário, eu saí somente depois que, feita a análise/denúncia do Saboya, o conselheiro eleito Siqueira preferiu me criticar e desqualificar minha posição totalmente a favor daquela análise, sem abrir a questão para discussão com os demais conselheiros que me censuravam por entregar a terceiros documentos, sigilosos segundo eles. Minha imediata resposta a eles: “Não devo sigilo aos gestores da Petros, mas transparência total a quem me elegeu (ainda que somente como suplente na chapa), nossos participantes”.

Isso ocorreu em setembro de 2011. A denúncia da revista Veja ocorreu no início de junho de 2011 e, incontinenti, o Domingos de Saboya me solicitou a documentação da operação e fez e publicou sua análise em 31 de julho de 2011.

Além disso, em meu depoimento informei que o ex-conselheiro denunciante era justamente um dos signatários do parecer do Conselho Fiscal que recomendou a rejeição das contas da Petros de 2010, mas que não menciona qualquer irregularidade na aquisição de Itausa.

Ou seja, na ânsia de denunciar, quis acusar os conselheiros eleitos de não terem visto irregularidades para as quais tinha a obrigação de fiscalizar, teve ainda mais três meses para observar e, mesmo assim, não conseguiu. Somente quando perdeu o assento no Conselho Fiscal, resolveu se manifestar.

Ânsia de denunciar?

Mais uma vez: isso sim é que é retórica meu caro e demonstra a sua insuficiência em postura ética.

Seu depoimento tem a mesma validade/utilidade que sua conduta como conselheiro, considerando que você jamais questionou dentro dos Conselhos a Operação Jaú. Ao contrário, todas as suas manifestações apontam para uma explícita lavagem de mãos. Sequer lhe chamou a atenção que a PREVIC, um órgão inútil e inoperante (ao menos até pouco tempo atrás), acabou concluindo que nossas denúncias eram verdadeiras e puniu (SOMENTE) o Luiz Carlos Afonso. Só esse passo atrás dado pela PREVIC era para provocar um terremoto e levar essa apuração às últimas consequências.

Mas você, todo feliz, argumentou que só ele. Afonso, era o culpado e que a PREVIC estava correta.

Porém é o Conselho Deliberativo o órgão máximo da nossa Fundação. Você está comendo muita casca de queijo para esquecer obviedades estatutárias com tanta facilidade.

Tempos depois, cutucada com vara curta, a PREVIC concluiu que a Camargo Correa havia dado prejuízo de R$ 151,5 milhão à Fundação Petros. E você, como Presidente do CF sequer nos informou se exigiu que a Petros fosse buscar judicialmente esse valor.

As diversas denúncias documentadas jamais foram analisadas por você, enquanto Presidente do Conselho Fiscal, incluindo a manipulação grosseira e vergonhosa que ocorreu ao final de 2013 quando o valor nominal da Itaúsa ON foi puxado de R$ 9,60 até R$ 12,70, de forma a diminuir o déficit da Petros (junto com outras manipulações também devidamente denunciadas).

Esse episódio, a chamada Operação Jaú, assim que tornada pública pelo Domingos Saboya, provocou um grande debate entre pessoas que de fato sempre estiveram preocupadas com a nossa Petrobrás e a nossa Petros e obrigou que se realizasse uma reunião na Aepet, em 9/8/2011, para esclarecimento da posição tomada pelos conselheiros eleitos nessa operação, questão essa trazida pelo falecido Engº João Víctor e que solidifica com clareza a sua insuficiência em postura ética ao sair da reunião no meio dela.

Veja, na folha seguinte, mensagem que foi encaminhada ao Domingos de Saboya por quem esteve presente. Mais participantes presentes a essa reunião deram o mesmo testemunho.

De se notar a citação que é feita aos quatro conselheiros que, antes da reunião de esclarecimento, trocaram um bate-bola entre eles, em sala fechada de forma a falarem a mesma língua na hora do jogo que ia ser jogado.

Sem dúvida alguma, sem nunca terem lido com atenção a análise, nenhum deles,  ou mesmo terem feito qualquer discussão concreta sobre os fatos que aconteceram sob suas barbas, preferiram de forma leviana, desmerecer o trabalho.

Como Presidente do Conselho Fiscal, você deveria ter ido fundo de forma a desmentir o trabalho executado pelo Domingos de Saboya e dar total condição à Petros para, finalmente, efetivar a ameaça contida no Boletim Eletrônico nº 61, abaixo colada, ao invés de falar ou escrever bobagem em cima de bobagem.

O autor da mensagem acima, foi muito suave ao dizer que “O Brandão, enrolado como sempre, ….. passar a fazer parte do controle acionário do banco …”.

Meu amigo, Autor da mensagem, enrolado não, muito esperto, pois em terra de cego quem tem um olho é rei. O Brandão usou mais adiante (em 13/11/2011) essa mesma argumentação publicamente e foi imediatamente desmascarado, quando se exigiu que ele mostrasse o documento que provasse que a Petros estava dentro do bloco de controle da Itaúsa. Calou e nunca mais usou esse argumento (até pode continuar usando, se perceber que fala a cegos).

Coladas a seguir as duas mensagens.

—– Original Message —–

From: Paulo Brandão

To: destinatarios-nao-revelados:

Sent: Sunday, November 13, 2011 9:01 PM

Subject: [apape_petros] Nossa Luta Continua – Informação

Caros participantes da PETROS

A Petros como acionista componente do bloco de controle da  empresa holding ITAUSA apresenta resultados.

A holding Itaúsa, conglomerado, que une o Itaú Unibanco, a Duratex, a Itautec e a Elekeiroz, teve lucro líquido de R$ 1,273 bilhão no 3º trimestre de 2011, representando um crescimento de 14,5% em relação ao mesmo período de 2010.

No acumulado de janeiro a setembro, o lucro líquido atingiu R$ 3,889 bilhões, valor 9,4% superior ao observado um ano antes. No que se refere ao patrimônio líquido, este somava R$ 31,343 bilhões em setembro deste ano, contra R$ 28,382 bilhões na mesma época de 2010, caracterizando um aumento de 10,4%.

O resultado de Itaúsa pode ser explicado pela excelente performance do Banco Itaú que representa 96% de seus resultados. Com expansão vigorosa das operações de crédito, somada a despesa menor com provisões para perdas e margens financeiras maiores, o Itaú Unibanco superou projeções de lucro no 3º trimestre. O maior banco privado do país apurou lucro líquido de 3,8 bilhões de reais de julho a setembro, um avanço de 25,5% em relação ao obtido em igual período de 2010.

No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o lucro alcançou R$ 10,940 bilhões. Com isso, obteve o maior lucro para o período na história dos bancos brasileiros de capital aberto, segundo levantamento da consultoria Economática. O resultado superou o lucro do próprio banco registrado em 2010: R$ 9,433 bilhões.

De acordo com os resultados apresentados até setembro de 2011 a itaúsa pagará R$ 831 milhões de proventos para os acionistas. A Petros deverá receber de proventos, relativos aos resultados apresentados até setembro de 2011, aproximadamente R$ 44 milhões.

Como pode ser verificado na tabela abaixo, entre os dez maiores lucros para o período, quatro são do Itaú Unibanco, três são do Bradesco, dois do Banco do Brasil e um do Santander.

Paulo Brandão

De: Sérgio Salgado [mailto:sersalga.2304@gmail.com]
Enviada em: segunda-feira, 28 de novembro de 2011 20:30
Para: ‘fsiqueira fsiqueira’; ‘fundopetros@yahoogrupos.com.br’; ‘sinedino’; ‘Brandão’; ‘tedesco’; ‘yaaaYvan Barretto’; aposentadosdabr@yahoogrupos.com.br; nao-repactuantes_replan@googlegroups.com; 2aposentadosdabr@yahoogrupos.com.br; ‘Grupo APAPE’; José Netto (jbmlnetto@gmail.com); David Garcia de Sousa; ‘Gilbert Prates’; Sato -san (yamagah.satoshi@gmail.com); ‘WIlson Coordenador’; Mauro Alex Penteado Penteado; ‘Douglas Alberto’; José Marcos Medina (josemarcosam@ig.com.br); ‘Ivan de Mattos Coutinho’; Adelino Chaves (adelinochaves@uol.com.br); Rodinei Bernabe Hernandes; ‘João Victor’; oscotta@terra.com.br; ‘Epaminondas de Souza Mendes’; ‘Henrique Sotoma’; ‘Carmen Barreto’; ‘Arthur Martins’; ‘diomedescesario’; ‘Pedro Carvalho’; ‘roldao.marques@uol.com.br’; ‘Márcio Dayrell Batitucci’; ‘yaaaDomingos Saboya’; ‘yaaaWagner Paulino’; stenio (steniosthel@gmail.com); clm@atuario.com.br; ‘jcassioms@gmail.com’
Assunto: A luta do participante em defesa do seu patrimônio, também continua !!!

Anexado: 2011 01 05 – DIFI-003-2011 – divulgação de aquisição de participação societária relevante.pdf (942 KB); 2011 01 05 – Camargo Correa – divulgação da venda de participação societária relevante.pdf (52 KB)

Companheiros, boa noite !!!

Há dias atrás fiz diversos comentários, comparações, juntei documentos além de análise minha à mensagem abaixo. Até o momento ninguém que aprovou ou defendeu a negociação das ntn-b/itaúsa, respondeu ou apresentou qualquer documentação corroborando com suas afirmações, incluindo o que diz o primeiro parágrafo da mensagem abaixo, que grifo para todos, de forma a deixar bem claro.

Pedi ao seu autor que mostrasse o documento que dizia que a Petros fazia parte do bloco de controle o que poderia, de certa forma, justificar o investimento pesado em uma hora tão imprópria, gastando valores muito mais elevados do que se tivéssemos feito nos meses seguintes. Evidente, por isso ser uma inverdade, não há como se ter documento algum. Portanto, faço eu a minha parte e anexo outros 2 documentos importantes: são cartas, uma assinada pelo Diretor Financeiro da Petros Carlos Fernando Costa, a DIFI-003/2011, de 5/1/2011, que divulga, com 6 dias de atraso ao grupo Itaúsa, a aquisição, por parte da Petros, de participação acionária relevante de 213.383.113 ações ON, correspondente a 12,70% de participação no tipo de ação e a outra da Camargo Correa.

Peço a atenção especial de todos para os itens 3 e 4 da carta DIFI-003/2011, onde está afirmado, alto e bom som, que ……. e não foram celebrados quaisquer contratos ou acordos que regulem o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários emitidos pela ITAUSA..

E agora José ?????

Sérgio Salgado

É necessário relembrar e deixar bem claro que em nenhum momento, assim que a operação foi trazida a público pela Revista Veja e, lógico, de forma a não deixar também qualquer confusão quanto à sua lisura, havia dúvidas em relação ao comportamento dos 3 conselheiros eleitos que aprovaram a Operação Jaú.

Na medida que o Domingos de Saboya trazia os resultados iniciais da sua análise a um grupo restrito, houve uma intensa troca de mensagens com o Paulo Teixeira Brandão, um dos que a aprovaram, no intuito de que se assumisse o erro que era gritantemente de total ignorância em relação a um assunto de fato complexo.

Essa proposta de confissão não foi aceita, pesou, certamente a visão que isso poderia causar um grande prejuízo às pretensões eleitoreiras desses conselheiros. O resultado, porém, é que finalmente conseguimos mostrar que a Operação foi sim um grande atentado às condições financeiras da nossa Fundação e seus autores, gerentes, diretoria executiva e o conselho deliberativo (órgão máximo da Petros) são responsáveis e acabarão devidamente punidos. Para isso a abertura dentro da Operação Greenfield de Inquérito Criminal.

O pedido de debate que esse candidato faz ao outro candidato (que não tem a mínima condição técnica para essa discussão, pois não tem acesso a informações básicas) não tem o menor sentido ou qualquer lógica, excetuando a já sempre prevista forma de dizer a um grupo de cegos (sem ofensa aos nossos participantes) que se é macho e dono da verdade (que verdade?).

Os Conselhos, fiscal e deliberativo, tem focos diferenciados (ainda que ambos, de certa forma, concorram para o mesmo fim). Portanto, o debate, para ter validade construtiva aos participantes, tem que ser feito entre candidatos ao mesmo conselho e TODOS eles presentes, com mediador independente. Fora disso é panaceia discursiva partidária sindical eleitoreira.

As perguntas/afirmações vão permanecer sem resposta, assim como ocorreu até este momento com debates nunca aceitos. De alguns, de certa forma, houve fuga: São José dos Campos (ficou preso em um engarrafamento na Marginal Tietê em São Paulo); Bahia – a Aepet enviou o Diretor Sinedino, quando deveria ir o diretor Tedesco; e o mais recente, no SindipetroRJ, em uma reunião de aposentados, com o Sinedino novamente presente, ausente somente o proponente desse debate de cartas marcadas.

Curiosamente, no SindipetroRJ, feita a minha exposição sobre os problemas dos investimentos da Petros e abertos os debates, o ora desafiado Arthur, sem qualquer conhecimento do assunto pautado, ainda assim saiu em defesa do seu ora desafiante. Mas, ali, ora ora, ambos ainda estavam no mesmo barco.

Para gáudio geral, eis que o Arthur cobra agora nesse simulacro de discussão vazia o que ocorreu com Itaúsa. Arthur, logo do Tedesco você vai perguntar de Itaúsa, porque não o fez naquele dia? Certamente agora, você saberia onde está o buraco e estaria deitando e rolando. A questão é que ambos são iguais, sem ideologia, aproveitadores de um instante, sem responsabilidade alguma com a categoria.

Resumindo a história desse pretenso debate: espertamente o Tedesco tenta desafiar alguém. Esse alguém não tem condições técnicas para esse debate. Se o problema são os malfeitos da FUP, nada mais justo que brigar com o candidato dos inimigos. O Tedesco transparece, aos que preferem a cegueira a usar somente um olho, que é o Super Herói das histórias em quadrinho.

Debate, para ser produtivo, tem que ter a participação de todos os candidatos a um dos conselhos que são sim diferenciados e com a presença de um forte mediador.

O resto é somente mais outro blá blá blá. Tudo farinha do mesmo saco!!!

Sérgio Salgado

 

Arquivo com essa matéria em PDF –  2017 04 27 – Resposta a uma chamada para debate

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